Programa Apadrinhamento Afetivo transforma vidas em São José

Candidatos a padrinhos acompanham painel com o tema “Caminhos e Impactos do Apadrinhamento Afetivo”. (Foto: Divulgação/PMSJC)

A reunião de apresentação da nova etapa do programa Apadrinhamento Afetivo, realizada na noite desta terça-feira (21) na Casa do Idoso Centro, emocionou os candidatos a padrinho e madrinha de crianças e adolescentes acolhidos institucionalmente no município.

O encontro foi promovido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por meio da Vara da Infância e da Juventude de São José, responsável pela iniciativa que tem feito diferença na vida de crianças e adolescentes.

A Prefeitura e a Univap (Universidade do Vale do Paraíba) são parceiras neste projeto, que foi estendido e agora também tem a modalidade Financeiro/Material.

O evento contou com a participação da juíza da Vara da Infância e Juventude de São José, dra. Renata Heloísa da Silva Salles, e de representantes da Administração municipal e da universidade.

Impactos

Durante duas horas e meia, os candidatos a padrinho e madrinha conheceram mais detalhes do programa e os próximos passos.

Também teve painel de discussão com o tema “Caminhos e Impactos do Apadrinhamento Afetivo”, com palestra ministrada pela assistente social Sara Maria Luvisotto, representante do Neca (Associação de Pesquisadores e Formadores da Área da Criança e do Adolescente).

Um dos momentos mais emocionantes foi o depoimento do casal Fábio César Costa Manão e Egloge Carrasco Manão, que participa do programa e contou histórias sobre a convivência com o afilhado.

Após a reunião desta terça, o processo terá continuidade. Os candidatos a padrinho e madrinha serão chamados para entrevistas e dinâmicas de grupo.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail padrinhos.afetivos@sjc.sp.gov.br.

Expectativa

Os inscritos para a nova fase do programa estão empolgados com a possibilidade de fazer diferença na vida das crianças e adolescentes acolhidos institucionalmente no município, garantindo que tenham convivência familiar e comunitária.

A professora Daniela Uchoas, que tem 41 anos, candidatou-se a madrinha e está empolgada com a nova experiência. Na reunião, ela estava com a filha Nicoly Uchoas, de 16 anos. Daniela tem outra filha, de 21 anos.

“Tenho entre meus alunos crianças que são acolhidas institucionalmente e que são muitos especiais. Fico feliz de poder participar do programa. Estou muito motivada”, disse Daniela.

“É uma forma de fazer diferença. Estou semeando o bem e eu e minha família iremos colher os frutos lá na frente”, completou.

Daniela e os demais candidatos a padrinho e madrinha querem trilhar o mesmo caminho de amor, carinho e dedicação já percorrido com sucesso pelo casal Fábio e Egloge Manão e por outros integrantes do programa Apadrinhamento Afetivo.

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